sábado, 8 de abril de 2017

sinto que bateste na minha porta e simplesmente ficámos à conversa na entrada, nunca te deixei entrar, nunca te convidei sequer.
quero-te só dizer, embora tu não vás ler que, não te vou convidar, nunca.
nunca, porque não consigo. não perguntes outra vez porquê. simplesmente não vou.
não posso deixar que desarrumes mais do que está, e também sei que arrumar ninguém consegue.
é um caos.
sou um caos.

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